Você já deve ter ouvido falar que o ser humano só consegue usar 10% da capacidade do cérebro, certo? Com o biohacking você consegue usar muito mais. Com essa tecnologia, é possível desenvolver a inteligência e ficar cada vez mais focado e produtivo. Entenda mais sobre o conceito do biohacking nesse conteúdo e veja também dicas de filmes da Netflix que tratam desse curioso tema!

O que é biohacking?

É a prática de misturar biologia com ética hacker, permitindo que você desenvolva o seu organismo, atribuindo habilidades que são consideradas “impossíveis”. Essa tecnologia funciona como um “estimulante cerebral”. Para você entender melhor, nós selecionamos dois exemplos de filmes que retratam esse conceito. Dá uma olhadinha!

1. Sem Limites

Lançado em 2011 e dirigido por Neil Burger, o filme Sem Limites retrata perfeitamente como o biohacking pode evoluir a sua capacidade cerebral. Nele, Eddie Morra (Bradley Cooper), é um escritor que está com “bloqueio criativo” e não consegue desenvolver seu livro, o qual se comprometeu em entregar para uma editora.

Ao encontrar Vernon (Johnny Whitworth), seu ex-cunhado, ele lhe apresenta uma pequena pílula, a qual promete a Eddie que o deixará mais focado e produtivo. Com pouco tempo para entregar seu livro à editora, Eddie toma a pílula e se torna o ser humano mais inteligente e bem-sucedido da Terra.

2. Lucy

Um lançamento de 2014, com direção de Luc Besson, o filme Lucy mostra a história de Lucy (Scarlett Johansson), uma jovem que é usada para contrabandear drogas dentro de seu estômago. Porém, a droga acaba se espalhando por seu organismo, fazendo com que ela ganhe habilidades sobre-humanas.

Esse filme é mais um grande exemplo que apresenta o conceito de biohacking, mas muito mais além do que Sem Limites.

Curiosidade: o mito dos 10%

Em uma matéria da BBC, a colunista Claudia Hammond apurou mais a fundo a informação de que o ser humano só é capaz de usar 10% de sua capacidade mental, descobrindo que ela é um tanto duvidosa. Quando você fala alguma coisa ou movimenta membros do seu corpo, o seu cérebro usa muito mais do que apenas 10% de sua capacidade.

“Usando uma técnica chamada imagem de ressonância magnética funcional, neurocientistas podem identificar as partes do cérebro que são ativadas quando uma pessoa faz ou pensa em algo”, descreve Hammond.

Ficou curioso e quer assistir aos dois filmes? Tem na Netflix!

Ambos filmes estão disponíveis na Netflix. E curtir a plataforma de séries e filmes fica ainda melhor quando você conta com os benefícios da internet da Copel Telecom na sua casa: alta velocidade, estabilidade de conexão, banda simétrica e sem filtros ou franquias.

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Fontes: Adoro Cinema, Mude.Nu, BBC.