A internet das coisas acontece através da interação entre objetos tecnológicos interconectados entre si. Por exemplo:

Imagina que você está voltando do trabalho e recebeu um alerta no seu smartphone enviado da fechadura da sua casa. No alerta dizia que alguém havia entrado. Mas você não ficou preocupado porque na mensagem apresentava o número do celular da sua mãe, que era autorizado através da conexão com a fechadura à entrar na casa.

Quando você chegou, preparam um jantar na mesa da cozinha. Na mesa havia um painel sensível para ajustar a altura. Você deu dois toques e a mesa se ergueu na altura do seu quadril. Quando vocês terminaram de preparar o jantar, com dois toques no mesmo painel a mesa voltou para a altura normal.
O clima nesse dia estava frio. Mas, dentro da sua casa o termostato já havia regulado a temperatura ideal de acordo com o comando que você deu através do seu smartphone.


Parece que você está em um filme de ficção de Hollywood, mas são experiências que são proporcionadas pela interconexão dos objetos através da internet.


Já existem projetos desses aparelhos que podem realizar esses tipos de comandos, sendo eles: Goji Smart Locker, uma fechadura que é aberta pelo seu smartphone conectada por wi-fi ou Bluetooth; Stir Kinetic Desk, a mesa inteligente que sobe e desce; e o termostato Nest Learning Thermostat, que aprende as escolhas de temperatura do ambiente pelo usuário automaticamente ou pelo smartphone.

Existem mais utensílios desenvolvidos com o conceito de revolução que o termo internet das coisas nos traz. Para esses dispositivos se comunicarem entre si eles precisam identificar um ao outro por meio da internet. Aí entra em cena a tecnologia do IPv6, com a grande quantidade de endereços de IP para atribuir aos computadores de cada novo usuário da internet.

Para tornar melhor ainda toda essa experiências, só usando uma internet que oferece estabilidade de sinal e alta velocidade como a da Copel Telecom. Saiba mais aqui.