A Internet das Coisas (IoT) está cada vez mais presente em nosso cotidiano. Hoje, gadgets, móveis, automóveis, equipamentos eletrônicos e muito mais elementos da nossa rotina estão interligados por processos digitais. Com isso, aumenta-se a conectividade, a interdependência e o volume de dados envolvidos nesses mecanismos.

As informações retidas durante esses processos, portanto, passam a ser armazenadas em nuvens. Ou seja, espaços digitais capazes de guardar os mais diversos dados, que se integram de forma a prever, compreender e facilitar nossos hábitos do dia a dia.

Esse sistema de armazenamento na nuvem é também conhecido como Cloud computing. O excesso de informações começa, em algum momento, a se tornar um fator limitante no desempenho desses espaços. Principalmente nos quesitos velocidade, estabilidade, segurança, latência (que pode ser entendida como o tempo que leva para as informações irem da origem ao destino e voltarem à origem). É aí que entra a Edge Computing.

Edge computing: o futuro do armazenamento de dados em IoT

Mas afinal, o que é edge computing (ou computação de borda, na tradução direta)? Raj Talluri, Vice-presidente de gestão de produto da Quallcomm Technologies define o conceito da seguinte forma: “são dispositivos com a habilidade de realizar processos e análises avançados”. Vamos explicar melhor.

Lembra quando dissemos que na cloud computing, os dados ficavam armazenados num “espaço digital”, sendo integrados, analisados e separados sistematicamente?

Com o edge computing, os próprios dispositivos possuem recursos para processamentos e análises avançados, diferente do cloud computing, que essas habilidades são restritas à nuvem.

E por que a existência do edge computing?

A proposta do edge computing é descentralizar o processamento de dados, de forma a aproximá-lo de sua origem. Ou seja, os mesmos aparelhos que geram determinadas informações fazem o processo de separação e análise.

Isso faz com que a computação seja feita diretamente nos nós dos dispositivos e impulsiona o processamento em locais que estão mais próximos ao usuário. O tempo de resposta e a latência, com isso, diminuem.

É como se cada dispositivo se tornasse um mini data center, com informações que serão consumidas internamente. Entre as funções beneficiadas com o edge computing se destacam tarefas como: detecção facial, processamento de linguagens e sistemas de recomendação.

Outro fator importante na implementação da computação de borda é o fato de que um dispositivo totalmente dependente da nuvem poderia prejudicar os processos. Por exemplo: em casos de instabilidade em um momento crucial, seria a edge computing que daria suporte à situação.

A ascensão do edge computing é o fim da cloud computing?

É precipitado afirmar que uma tecnologia crescente irá substituir outra mais usual. Geralmente, processos assim acontecem de maneira gradativa. Por enquanto, o cloud e o edge computing operam de maneira complementar, não “competitivas”.

Por exemplo: a nuvem pode funcionar como um centro de armazenamento de backups vindos dos gadgets com edge computing. Dessa forma, ela serviria como uma espécie de “estoque digital”. Em uma era em que a internet das coisas está cada vez mais presente, seus usos ainda serão muito explorados.

Uma internet de qualidade para acompanhar o futuro

A internet das coisas está aí. Seja com o uso de cloud ou edge computing, a tecnologia está se movendo para o faturo e ter uma boa internet é fundamental para acompanhar esse processo.

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Fontes:

https://cio.com.br/a-era-da-cloud-computing-como-a-conhecemos-ja-esta-perto-do-fim/

https://www.deal.com.br/blog/as-diferencas-entre-cloud-fog-e-edge-computing/