O IPv6 é um tema que está cada vez mais presente para quem está conectado. Em funcionamento há 7 anos, esse protocolo ainda gera muitas dúvidas entre os internautas. Por isso, preparamos uma matéria para compreender, de vez, o que é o IPv6. Para dar início, vamos voltar um pouco no tempo. Acompanhe.

A criação do IPv4

Em 1966, durante a Guerra Fria, a Agência de Pesquisas e de Projetos Avançados (ARPA – Advanced Research Projects Agency), começou um projeto de integração de computadores em centros militares.

Mais tarde, esse sistema recebeu o nome de ARPANET. O objetivo? Formar uma rede que, mesmo em caso de quedas, fosse capaz de manter a comunicação com os aparelhos restantes.

No início de seu funcionamento, a ARPANET trabalhava como uma série de protocolos de comunicação, como foco no NCP (Network Control Protocol). Porém, em 1983, a rede alcançou a marca de 562 hosts e todas as máquinas precisaram adotar protocolos padrões TCP/IP.

Foi definido, então, o protocolo IPv4 como a versão padrão de funcionamento. Este oferecia duas funções básicas: a fragmentação, que permitia o envio de conjuntos maiores que o limite de tráfego estabelecidos em um link (dividindo em partes menores) e o endereçamento, que possibilitava a identificação da origem e destino das transmissões.

Se esgotam os endereços IPv4

Após décadas de uso do IPv4, percebeu-se que esse protocolo estava chegando ao limite de IPs. O que acontece é que esse modelo de IP possui 32 bits. Isso significa 4 bilhões de endereços disponíveis. Parece muito, né? Mas pense que, hoje, temos mais de 7 bilhões de pessoas no planeta.

É claro, nem todas utilizam computadores. Mas nem todas utilizam apenas um. Empresas, por exemplo, precisam de mais de um endereço. Com o limite próximo de ser alcançado, foi preciso um novo modelo de IP, que sustentasse mais conexões. É aí que surge o IPv6.

O que é o IPv6 e qual sua importância?

Quantos endereços a mais seriam necessários, então? Bom, é difícil calcular com exatidão a quantidade necessária. Porém, o IPv6 conta com uma capacidade que pode quebrar um galho e tanto: são mais de 79 octilhões de vezes a quantia de endereços suportados pelo IPv4.

O IPv6 pode ser entendido como um padrão de protocolo mais moderno e “espaçoso” do que o IPv4. Entre suas vantagens estão elementos como: roteamento mais eficaz; um melhor processamento de pacotes, fluxo de dados diretos, configuração de rede mais simplificada e suporte para novos serviços.

E mais: o IPv6 permite um melhor funcionamento de operações como vídeo conferências e a formação de redes de comunicação mais sólidas, com melhor desempenho e controle mais pleno. Além disso, um diferencial do IPv6 é a estabilidade em dispositivos móveis, mesmo em caso de deslocamento.

Testando seu site

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Copel Telecom e o IPv6

A Copel Telecom está conectada com o futuro. Por isso, já estamos acessíveis via IPv6. Com isso, nos inserimos cada vez mais em uma realidade de alta conexão, velocidade e qualidade. Algo que só é reforçado em nossos serviços.

Nossos planos oferecem uma série de vantagens para internet residencial e corporativa. Ambas permitem um acesso rápido, estável e de qualidade, pois contam com uma conexão via fibra óptica. Com a Copel Telecom, você está conectado com o amanhã.

Fontes:


http://IPv6.br/post/introducao/

https://www.opservices.com.br/o-que-e-IPv6/

http://IPv6.br/post/ative-e-use-o-IPv6/

http://validador.IPv6.br/index.php?site=http%3A%2F%2Fwww.copeltelecom.com%2Fsite%2Fblog%2F&lang=pt

http://IPv6.br/post/transicao/

http://www.copeltelecom.com/site/blog/siteblogIPv6-e-bom-pra-que/